Final feliz: Existe ou não?

Final feliz: Existe ou não?
17.01.2018 Bárbara Alessandra
final feliz

Uma vez me disseram que a felicidade é a gente quem faz. E, se somos nós quem a fazemos, posso afirmar que final feliz existe sim!

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Créditos: Giphy e Um Maluco no Pedaço (série de TV).

Somos tão condicionados a reprimir nossas tristezas, que a felicidade quase se tornou atuação. Mas ser feliz é uma escolha que independe de bens materiais ou status. É saber apreciar aquilo que se é e se tem hoje, sem olhar para a grama do vizinho e acreditar que ela é mais verde. Ser feliz é reconhecer seus esforços de agora sem comparar com esforços do outro, porque cada um tem seu próprio tempo e cada um tem suas próprias limitações. Ser feliz é saber aproveitar as pequenas coisas da vida, aquilo que não se pode comprar nem se pode manter para sempre. Aquilo que nasce e parte sem data. Aquilo que faz nosso coração transbordar.

A felicidade se esconde na chuva que acaricia nosso rosto depois de um dia cansativo de trabalho. Se esconde no Sol que ilumina o céu depois da chuva e faz o arco-íris brilhar a quilômetros de distância numa dança de cores e formatos. Se esconde na risada sincera de quem se permite ser feliz nas pequenas coisas. No olhar sofrido de quem muito sabe sobre a vida e não se permite abalar. Está na música que faz seu coração dançar e sua mente viajar na imaginação. Está aqui e ali, nos dando a oportunidade de viver.

Pra ser feliz é preciso aceitar a vida, e aceitando a vida, é preciso se permitir viver.

final feliz

Créditos: Giphy e Encantada (filme).

É preciso aprender a agradecer mais e valorizar cada conquista. É preciso se reconhecer como protagonista da própria história e assumir a direção do próprio filme. É preciso viver o hoje, esquecer o ontem e confiar no amanhã. É preciso se queixar menos. É preciso aprender com os erros, entendendo que errar é parte do processo. A felicidade é uma escolha e escolher aceitar seu final feliz é uma das melhores decisões do ser humano.

Ser feliz é uma questão de ser.

Bárbara Alessandra
Babí, 1998, capricorniana e paulista. Amante das palavras, escreve com a alma, porque capricornianos não tem coração

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